Prêmio Dardos

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Oi, gente!

Primeiramente, gostaria de agradecer ao blog Pitacos e Achados por me indicar ao Prêmio Dardos. Eu estou muito contente, de verdade!

Prêmio Dardos é uma espécie de selo virtual criado em 2008 pelo escritor Alberto Zambade, autor do blog Leyendas de “El Pequeño Dardo” El Sentido de las Palabras. Ele selecionou e indicou o selo a quinze blogs que ele considerou merecedores do prêmio, os quais também indicaram outros quinze e assim sucessivamente, criando uma imensa corrente na internet.

O objetivo do Prêmio Dardos é reconhecer os esforços de blogueiros, a cada dia, para transmitir princípios culturais, éticos, literários, pessoais, etc., manifestando a criatividade através de seus pensamentos presentes em suas palavras e textos.

Regras do Prêmio Dardos:

  • Indicar os blogs que preencham os requisitos acima para receber o prêmio.
  • Exibir a imagem do selo.
  • Mencionar o blog de que recebeu a indicação e pôr o link dele.
  • Avisar aos blogs escolhidos.

 

Blogs indicados:

Livros e Vitrolas

Quase em crise?

Breakfast of Books

Meu Mundo Em Páginas

Eu li ou vou ler

Caçadoras de Spoiler

Sombra de Livros

Mire na Lua

Only Secret Dreams

A Bookaholic Girl

Reino das Palavras

 

Esses são apenas alguns dos blogs excelentes que conheço e super indico!

Até a próxima, pessoal!

 

Resenha: “Persuasão” – Jane Austen

Persuasão

Autora: Jane Austen

Editora: Martin Claret

Número de páginas: 310

Avaliação: 4.5 / 5

Sinopse: 

O enredo gira em torno de Anne Elliot, filha de Sir Walter Elliot, um vaidoso e esnobe baronete. No passado, Anne apaixonara-se por Frederick Wentworth, que, embora belo, inteligente e ambicioso, não tinha tradições ou conexões familiares importantes – e assim Anne fora persuadida pela família a romper com ele. Em 1815, momento em que se passam os eventos narrados no livro, a boa, generosa e sensível Anne Elliot continua solteira, mas agora, aos 27 anos, pensa com mais autonomia e maturidade. Agora, também, a situação financeira de Sir Walter Elliot é desfavorável, e ele se vê obrigado a alugar a propriedade da família. Por força do destino, o novo ocupante da residência é cunhado de Wentworth. Quase oito anos após o rompimento, Anne se verá novamente convivendo com seu grande amor, agora um capitão da Marinha, e reflexões, conjunturas e arrependimentos serão inevitáveis. Anne e Frederick se redescobrem apaixonados, e renovam o compromisso de casamento. Com o mesmo texto leve e envolvente – mas irônico e perspicaz – que a caracteriza, Austen faz aqui uma crítica à vaidade típica da sociedade inglesa do início do século XIX, ao mesmo tempo em que enfoca o tema do casamento, quase onipresente em seus escritos.

“Persuasão” retrata a história de Anne Elliot, filha de um importante e esnobe baronete que, devido às suas extravagâncias e imprudência, leva a família a graves problemas financeiros. Para resolvê-los, decide então alugar sua propriedade e mudar-se para a cidade de Bath.

Os novos moradores de Kellynch Hall são o almirante Croft e sua esposa, cujo irmão é ninguém mais, ninguém menos que Frederick Wentworth, o que deixa Anne profundamente abalada. Há aproximadamente 8 anos, ela havia se apaixonado pelo capitão Wentworth, porém fora persuadida pela família e Lady Russel, amiga de sua falecida mãe, a separar-se do rapaz em razão de sua situação financeira desfavorável. Assim, após anos de trabalho duro e dedicação, ele retorna à região rico e em busca de uma esposa.

“Na juventude, obrigaram-na a seguir a prudência; ao amadurecer, aprendera o romance: a sequência natural de um começo antinatural.”

No entanto, o capitão Wentworth reprime sua antiga paixão, impedido pela mágoa e ressentimento, enquanto Anne sofre com a frieza e indiferença com que é tratada, arrependida de suas escolhas no passado.

“Só conseguia pensar a seu respeito como alguém que cedeu, que desistiu de mim, que se deixou influenciar por outra pessoa mais do que por mim.”

Ao longo das páginas, somos apresentados à reaproximação dos dois e às dúvidas que permeiam tal relacionamento: seria o capitão Wentworth capaz de amar Anne novamente, mesmo após tudo o que se passou entre o casal? Poderiam eles ter uma vida juntos? Como a família da moça reagiria a essa união, anteriormente indesejada?

Minhas impressões:

Escrito nos últimos meses de vida da autora, “Persuasão” apresenta um tom diferente de suas outras obras, a começar pela idade da protagonista: enquanto a maioria de suas personagens principais apresentava em torno de 18 a 22 anos, Anne Elliot tinha 27. Além disso, a narrativa expõe uma linguagem mais melancólica, contrastando com o humor e ironia presentes em seus demais livros.

Jane Asten trata sobre os julgamentos por aparência (assunto recorrente em seus livros) e as mudança das raízes sociais na época – os antigos ricos, cujas fortunas eram adquiridas por meio de herança, como o Sir Walter Elliot, seriam substituídos por aqueles que ascendiam socialmente através do mérito, como o capitão Wentworth.

Porém, o tema principal da história são segundas chances. Anne seria ou não perdoada pelos seus erros do passado?

Ao decorrer da história, sentimos as aflições e o arrependimento da personagem principal, com os quais convive constantemente desde seu reencontro com o capitão Wentworth. Embora negue inicialmente continuar apaixonada pelo rapaz, ela demonstra frustração devido ao tratamento frio e distante que recebe dele.

“Logo, entretanto, começou a racionalizar e a tentar se emocionar menos. Oito anos, quase oito anos haviam se passado desde que tudo terminara. Como era absurdo voltar a sentir uma inquietação que o tempo relegara à distância e à sombra! O que não fariam oito anos? Acontecimentos de todo tipo, transformações, alienações, mudanças… tudo, tudo poderia estar neles contido, e o esquecimento do passado… como seria natural, com seria certo também! Oito anos representavam quase a terça parte de sua própria vida. Uma pena! Com toda a sua racionalização, ela descobriu que, para sentimentos reprimidos, oito anos poderiam ser pouco mais que nada.”

A linguagem foi um tanto cansativa nas primeiras páginas, mas logo a leitura se tornou bastante envolvente.

Recomendo fortemente este livro, pois além de ser um importante clássico do século XIX, também traz críticas ao comportamento da sociedade da época.


Bem, espero que tenham gostado da resenha de hoje!

Até a próxima!

TAG literária: Esse ou esse?

Oi, gente!

A Thamiris do blog Eu Li ou Vou Ler me indicou para essa TAG (muito obrigada!!!), então vim hoje respondê-la aqui no blog.

As regras são as seguintes:

  1. Colocar o blog que te indicou no início do post;
  2. O livro que dá início é o livro ganhador da pessoa que te indicou;
  3. Seguindo a lista de livros indicados pela pessoa que te passou a TAG, você deverá ir escolhendo de acordo com a ordem se: deixa o livro que lidera a batalha ou se escolhe a nova opção dada e abaixo explica o porquê;
  4. Uma vez que tenha o seu livro ganhador, escolha você sete livros e sete blogs para repassar a TAG.

O livro vencedor da Thamiris foi “Jogos Vorazes”.

Eu nunca li “Americanah”, apesar de já ter ouvido falar muito bem desse livro, então escolho “Jogos Vorazes”.

Esses são dois livros que eu amo! Mas, já que tenho que escolher apenas um, fico com “Toda Luz Que Não Podemos Ver”.

Eu nunca li “Guerra dos Tronos”, então “Toda Luz Que Não Podemos ver” continua ganhando.

Não posso escolher os dois? Kkkkk… Eu amo os dois livros, mas escolho “Orgulho e Preconceito”.

Nessa rodada eu escolho novamente “Orgulho e Preconceito”, já que eu nunca li “Anjos e Demônios”.

Muita gente gosta bastante do livro “Os Homens Que Não Amavam As Mulheres”, mas eu nunca li, por isso fico com “Orgulho e Preconceito”.

Não li “A Cidade do Sol”, então o vencedor é…

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“Orgulho e Preconceito”, da Jane Austen ❤

Livros indicados:

  1. “E Não Sobrou Nenhum” – Agatha Christie
  2. “Divergente” – Veronica Roth
  3. “O Iluminado” – Stephen King
  4. “A Garota no Trem” – Paula Hawkins
  5. “Harry Potter e a Pedra Filosofal” – J. K. Rowling
  6. “Viagem ao Centro da Terra” – Júlio Verne
  7. “O Menino do Pijama Listrado” – John Boyne

Blogs indicados:

  1. Only Secret Dreams
  2. Sombra de Livros
  3. A Bookaholic Girl
  4. Meu Mundo Em Páginas
  5. Livros com Balas de Uva
  6. Reino das Palavras
  7. A Estante Amarela

 

Bem, espero que tenham gostado do post!

Até a próxima!

Resenha: “Orgulho e Preconceito” – Jane Austen

Autora: Jane Austen

Editora: Martin Claret

Número de páginas: 480

Avaliação: 5 / 5

Sinopse:

Jane Austen inicia Orgulho e Preconceito com uma das mais célebres frases da literatura inglesa: “É uma verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro e muito rico deve precisar de uma esposa”. O livro é o mais famoso da escritora e traz uma série de personagens inesquecíveis e um enredo memorável. Austen nos apresenta Elizabeth Bennet como heroína irresistível e seu pretendente aristocrático, o sr. Darcy. Nesse livro, aspectos diferentes são abordados: orgulho encontra preconceito, ascendência social confronta desprezo social, equívocos e julgamentos antecipados conduzem alguns personagens ao sofrimento e ao escândalo. Porém, muitos desses aspectos da trama conduzem os personagens ao auto-conhecimento e ao amor. O livro pode ser considerado a obra prima da escritora, que equilibra comédia com seriedade, observação meticulosa das atitudes humanas e sua ironia refinada.

Publicado originalmente em 1813, “Orgulho e Preconceito” é considerado a mais célebre obra da escritora inglesa Jane Austen.

A história tem início com a vinda do Sr. Bingley a Netherfield, uma bela propriedade localizada em Hertfordshire. Sendo um jovem de família abastada, logo as mães da cidade buscam casá-lo com suas filhas.

Mas a sorte estava ao lado da Sra. Bennet, pois sua filha  Jane e o Sr. Bingley, tendo personalidades bastante similares, apaixonam-se perdidamente um pelo outro.

Elizabeth Bennet, embora satisfeita pela felicidade da irmã, mostra-se intolerante em relação a Fitzwilliam Darcy, amigo do Sr. Bingley. Diferentemente do colega, ele demonstra ser um homem muito orgulhoso e de personalidade repugnante, desagradando à população local.

“Ela é tolerável, mas não bela o bastante para me tentar.” – Sr. Darcy

Seus sentimentos são recíprocos. No entanto, após certo tempo, a opinião de ambos muda drasticamente e Elizabeth passa a ser objeto de estima do Sr. Darcy. Seria esse amor capaz de sobreviver à diferença de classes sociais?

Minhas impressões:

Com a brilhante construção de diálogos, marcados pela ironia característica da autora, e o excelente desenvolvimento de personagens, Jane Austen faz uma série de críticas aos costumes da sociedade inglesa do século XIX.

Já na primeira frase do livro, somos apresentados à mentalidade da obrigatoriedade do casamento, que mais são baseados quase que inteiramente nas riquezas.

“É uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro que possua grande fortuna deve estar à procura de uma esposa.”

A partir de um diálogo, também são expostas as expectativas que se tinha em relação às moças da época: saber cantar, dançar, desenhar, dominar as línguas modernas e cultivar-se através de extensa leitura.

“Nunca vi tal mulher. Deve ser uma coisa assustadora de se olhar.” – Elizabeth Bennet

O título “Orgulho e Preconceito” faz referência ao comportamento dos dois personagens principais: enquanto o Sr. Darcy se mostra um homem arrogante devido ao seu excessivo orgulho, Elizabeth demonstra preconceito em relação a ele, formando uma ideia equivocada sobre seu caráter; embora ambos troquem de papéis diversas vezes ao longo do livro.

Por esses e outros motivos, mesmo após mais de duzentos anos de sua publicação, esse clássico continua a agradar leitores por todo o mundo!


Por último, gostaria de deixar claro que eu ADOREI esse livro ❤

Super indico a leitura!

Até a próxima!

TAG: Cachorros Literários

Oi, gente!

Hoje eu vou responder essa TAG criada pela Vanessa Chanice, que reúne duas coisas que eu adoro: cães e livros ❤

Fonte: Popsugar

Vamos começar!

1 – Shih Tzu: Um livro que você leu porque estava na moda

Eu comecei a ler “Os Instrumentos Mortais” por ser uma série popular e acabei não gostando muito dos dois primeiros livros, mas continuei insistindo na leitura e o terceiro e o quarto livros me conquistaram.

2 – Pit Bull: Um livro que você ainda não leu ou demorou para ler porque estava intimidado pela leitura

Depois que eu li e adorei “O Iluminado”, fiquei com muita vontade de ler “It – A Coisa”, pois era um dos livros mais elogiados do Stephen King. Porém, devido ao número de páginas, sempre tive receio de iniciar a leitura, que só realizei algum tempo depois e acabei amando! (Resenha aqui)

3 – Pinscher: Um livro que fizeram ‘barulho demais’ quando foi lançado, mas que não fez jus aos comentários

Muitas pessoas amam esse livro, mas eu achei normal.

4 – Vira Lata: Um livro que não é muito valorizado ou conhecido, mas que é o melhor livro do mundo

Eu adorei o livro “Uma Chama Entre As Cinzas”, mas não vi muita gente comentando sobre ele aqui no Brasil (infelizmente). (Resenha aqui)

5 – Pastor: Um livro que você não empresta pra ninguém

Escolhi essa edição maravilhosa contendo três livros da Jane Austen (que ganhei recentemente e estou apaixonada!) para representar todos da minha estante!

6 – Salsichinha: Um livro que tem ‘muito corpo pra pouco perna’, ou seja, que poderia ter sido encurtado pela metade, porque tem muita encheção de linguiça

Não consegui pensar em nenhum livro, desculpa!

7 – Labrador: Um livro que é sua melhor lembrança da infância

Eu sei que essa resposta é clichê, mas não tem como pensar na infância sem lembrar de Harry Potter ❤


Bem, por hoje foi só!

Espero que tenham gostado do post!

Até a próxima!

Resenha: “Razão e Sensibilidade” – Jane Austen

Autora: Jane Austen

Editora: Martin Claret

Número de páginas: 456

Avaliação: 4 / 5

Sinopse:

Este romance concentra sua narrativa nas idílicas tramas de amor e desilusão em que duas belas irmãs inglesas se envolvem – Elinor e Marianne Dashwood – quando chega a idade do casamento. À procura do amor verdadeiro, as filhas órfãs de uma família pertencente à pequena nobreza enfrentam o mundo repleto de interesses e intrigas da alta aristocracia. Marianne e Elinor representam polos opostos do universo ético de Austen – enquanto Marianne é romântica, musical e dada a rompantes de espontaneidade, Elinor é a encarnação da prudência e do decoro.

Publicado de maneira anônima em 1811, “Razão e Sensibilidade” adquiriu grande notoriedade na época.

O livro traz a história da família Dashwood, composta pelo Sr. e Sra. Dashwood e suas filhas Elinor, Marianne e Margaret, que vive em Norland Park, uma renomada propriedade localizada em Sussex, na Inglaterra. Sabendo que, após sua morte, a herança seria deixada ao seu filho primogênito, fruto de outro casamento, o Sr. Dashwood pede a ele que ofereça boas condições de sustento a sua esposa e filhas.

Contudo, depois do falecimento do pai, John Dashwood cede apenas uma mísera quantia à madrasta e às meia-irmãs, obrigando-as a aceitar uma proposta de um parente distante de morarem num chalé emprestado em Devonshire. Enquanto se preparam para a partida de Norland Park, Elinor se apaixona pelo irmão de sua cunhada, Edward Ferrars, deixando-a imensamente decepcionada ao ter que deixá-lo.

Ao se estabelecerem em seu novo lar, a família Dashwood passa a viver de maneira mais simples e torna-se próxima de seus benfeitores, os Middleton.

Após algum tempo morando em Barton, Marianne passa a nutrir uma grande paixão por um rapaz encantador chamado Willoughby, que também se apaixona perdidamente pela moça.

Assim, o livro retrata as desilusões amorosas das duas irmãs e suas respectivas buscas pela felicidade, cada uma à sua maneira. Pois, enquanto Elinor preza a sensatez e a prudência, Marianne valoriza o comportamento emotivo e romântico, fazendo um contraste entre a razão e a sensibilidade.

Minhas impressões:

Com uma história de amor como plano de fundo, Jane Austen critica o comportamento da sociedade da época, através de diálogos repletos de ironia e personagens que muitas vezes tornam-se cômicas.

Apresentando uma importante discussão acerca da razão x sensibilidade, a autora também expõe a oposição entre o Romantismo, movimento do século XIX que prezava o drama e a emoção, e o Iluminismo, que tinha como pontos centrais a razão e a ciência.

Além disso, Jane Austen trata de julgamentos a partir da aparência das pessoas, que muitas vezes podem se demonstrar equivocados.

Apesar de tornar-se um tanto cansativa a partir da última metade do livro, a narrativa fluiu bem ao longo da história.

O que me incomodou em relação à obra foi o rompimento abrupto de um dos casais, sem que, na minha opinião, fosse apresentado um motivo plausível, e a grande quantidade de páginas dedicada ao sofrimento de Marianne, enquanto sua irmã recebe pouco destaque na história. Ainda assim, o livro é incrível e expõe importantes temas do século XIX, sendo uma leitura extremamente válida.


Espero que tenham gostado da resenha de hoje!

Até a próxima!

Desafio literário: Quero ler mais clássicos!

Oi, gente!

Não sei vocês, mas eu sempre tive vontade de ler mais clássicos. Porém, sempre apareciam outros livros para ler e eu acabava deixando os clássicos de lado. Então, para isso não acontecer novamente no próximo ano, decidi participar desse desafio criado pelo blog Pensamento Tangencial.

As regras são as seguintes: devemos listar os livros clássicos que gostaríamos de ler durante toda a vida e ler, pelo menos, cinco a cada ano.

Fiz um rascunho da minha lista abaixo, mas à medida que eu for lendo estes livros, vou acrescentando outros.

  • “Orgulho e Preconceito” – Jane Austen
  • “Razão e Sensibilidade” – Jane Austen
  • “Persuasão” – Jane Austen
  • “O Sol é Para Todos” – Harper Lee
  • “O Morro dos Ventos Uivantes” – Emily Brontë 
  • “Jane Eyre” – Charlotte Brontë
  • “Agnes Grey” – Anne Brontë
  • “Viagem ao Centro da Terra” – Júlio Verne
  • “A Volta ao Mundo em 80 Dias” – Júlio Verne
  • “Eu, Robô” – Isaac Asimov
  • “Fahrenheit 451” – Ray Bradbury
  • “Admirável Mundo Novo” – Aldous Huxley
  • “A Revolução dos Bichos” – George Orwell
  • “O Cão dos Baskerville” – Sir Arthur Conan Doyle
  • “Um Estudo em Vermelho” – Sir Arthur Conan Doyle
  • “O Apanhador no Campo de Centeio” – J. D. Salinger
  • “Um Conto de Natal” – Charles Dickens
  • “David Copperfield” – Charles Dickens
  • “Drácula” – Bram Stoker
  • “Frankenstein” – Mary Shelley
  • “Madame Bovary” – Gustave Flaubert
  • “Vidas Secas” – Graciliano Ramos
  • “Dom Casmurro” – Machado de Assis
  • “A Hora da Estrela” – Clarice Lispector
  • “Capitães de Areia” – Jorge Amado
  • “Noites Brancas” – Fiódor Dostoiévski

Espero que tenham gostado do post!

Até a próxima!

PS.: Se tiverem algum clássico para me indicar, falem aqui nos comentários!